Construindo a Rede Social de Inovação do Pólo Tecnológico de Campinas
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Estamos identificando instituições públicas, organizações não governamentais, instituições de ensino e empresas que tenham interesse em repercutir iniciativas empreendedoras para compor a rede de inovação na Região Metropolitana de Campinas. Este é a primeira fase do projeto de implantação da rede social do Parque Tecnológico de Campinas. Vamos construir esta ponte entre o mundo virtual e real.
Ponte 1
A iniciativa da criação do Departamento de Inovação e Tecnologia do Ciesp Campinas demonstra que existe um movimento latente em prol da construção de uma ponte entre as classes acadêmica e empresarial.
Ponte 2
Sob a coordenação de Eduardo Gurgel do Amaral, que também é ligado à Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e à Fundação Fórum Campinas (FFC), esta iniciativa é o embrião de uma rede social de inovação e empreendedorismo.
Sustentabilidade Humana 1
O ponto focal da rede social Empreendedorismo do Bem é a sustentabilidade humana. Este valor a essência da inovação. Ou seja, é possível identificar iniciativas paralelas e complementares, base da criação de um Parque Tecnológico.
Sustentabilidade Humana 2
O reconhecimento das potencialidades criativas e a valorização das competências essenciais dos funcionários são princípios deste conceito. O foco em resultado e na satisfação dos clientes é a essência dos ambientes inovadores.
Parque Tecnológico 1
Uma das chaves para consolidar o Parque Tecnológico de Campinas é a ativação de uma rede social com foco na inovação como plataforma de gestão e integração da cultura dos novos ambientes e modelos de negócios.
Parque Tecnológico 2
O conceito de Parque Tecnológico também está associado à criação e ao desenvolvimento de redes de cooperação empresarial. Estudos apontam o elevado potencial das redes de micro e pequenas empresas em gerar novos postos de trabalho.
Arranjos Produtivos 1
A exemplo o Programa de redes de cooperação do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a proposta é incentivar ações de cooperação empresarial envolvendo os Arranjos Produtivos Locais para fortalecer a competitividade.
Arranjos Produtivos 2
A ativação de redes de cooperação empresarial aliadas aos Arranjos Produtivos Locais pode ter como objetivos centrais a redução de custos, conquistas de mercado, melhoria dos produtos e aprimoramento tecnológico e gerencial.
Novo posicionamento 1
Para que as pequenas e médias empresas utilizem de todo o potencial da cultura das redes sociais como diferencial competitivo é necessário trabalhar um novo posicionamento estratégico para identificar novas oportunidades de negócios.
Novo posicionamento 2
O novo posicionamento estratégico das empresas em rede se dá por intermédio de um plano de comunicação integrado aos recursos de mídias sociais. Chegou a vez das pequenas e médias empresas internalizarem a cultura de inteligência de negócios.
veja vídeos: cidades inovadoras http://www.cici2010.org.br/













