Mercados do Futuro

Josué de Menezes

Construindo a Rede Social de Inovação do Pólo Tecnológico de Campinas

Acompanhe o post no blog mercadosdofuturo

Estamos identificando instituições públicas, organizações não governamentais, instituições de ensino e empresas que tenham interesse em repercutir iniciativas empreendedoras para compor a rede de inovação na Região Metropolitana de Campinas. Este é a primeira fase do projeto de implantação da rede social do Parque Tecnológico de Campinas. Vamos construir esta ponte entre o mundo virtual e real.

Ponte 1
A iniciativa da criação do Departamento de Inovação e Tecnologia do Ciesp Campinas demonstra que existe um movimento latente em prol da construção de uma ponte entre as classes acadêmica e empresarial.

Ponte 2
Sob a coordenação de Eduardo Gurgel do Amaral, que também é ligado à Agência de Inovação da Unicamp (Inova) e à Fundação Fórum Campinas (FFC), esta iniciativa é o embrião de uma rede social de inovação e empreendedorismo.

Sustentabilidade Humana 1
O ponto focal da rede social Empreendedorismo do Bem é a sustentabilidade humana. Este valor a essência da inovação. Ou seja, é possível identificar iniciativas paralelas e complementares, base da criação de um Parque Tecnológico.

Sustentabilidade Humana 2
O reconhecimento das potencialidades criativas e a valorização das competências essenciais dos funcionários são princípios deste conceito. O foco em resultado e na satisfação dos clientes é a essência dos ambientes inovadores.

Parque Tecnológico 1
Uma das chaves para consolidar o Parque Tecnológico de Campinas é a ativação de uma rede social com foco na inovação como plataforma de gestão e integração da cultura dos novos ambientes e modelos de negócios.

Parque Tecnológico 2
O conceito de Parque Tecnológico também está associado à criação e ao desenvolvimento de redes de cooperação empresarial. Estudos apontam o elevado potencial das redes de micro e pequenas empresas em gerar novos postos de trabalho.

Arranjos Produtivos 1
A exemplo o Programa de redes de cooperação do Governo do Estado do Rio Grande do Sul, a proposta é incentivar ações de cooperação empresarial envolvendo os Arranjos Produtivos Locais para fortalecer a competitividade.

Arranjos Produtivos 2
A ativação de redes de cooperação empresarial aliadas aos Arranjos Produtivos Locais pode ter como objetivos centrais a redução de custos, conquistas de mercado, melhoria dos produtos e aprimoramento tecnológico e gerencial.

Novo posicionamento 1
Para que as pequenas e médias empresas utilizem de todo o potencial da cultura das redes sociais como diferencial competitivo é necessário trabalhar um novo posicionamento estratégico para identificar novas oportunidades de negócios.

Novo posicionamento 2
O novo posicionamento estratégico das empresas em rede se dá por intermédio de um plano de comunicação integrado aos recursos de mídias sociais. Chegou a vez das pequenas e médias empresas internalizarem a cultura de inteligência de negócios.

veja vídeos: cidades inovadoras http://www.cici2010.org.br/

mais

mais

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
12 de julho de 2010 por josue
Escrito em Atitude, Inovação | Nenhum comentário »

Redes Sociais Corporativas na fronteira estratégica dos negócios do futuro

Frente aos fenômenos da convergência tecnológica e interatividade multimídia existe uma pergunta que necessita ser respondida com precisão cirúrgica: como adaptar o modelo de negócio da empresa para as redes sociais?

Esta pergunta contém em si nuances e conceitos capciosos. Primeiramente, reconhece que as redes sociais é um fenômeno a ser considerado em nível estratégico. Segundo ponto importe é perceber que a pergunta é precisa ao reconhecer que é necessário adaptar o modelo de negócio.

Isso implica em mexer com valores e conceitos de gestão, sem, no entanto, perder de vista o cerne da empresa. E o terceiro ponto crucial é a busca do como. Essa é a chave para interagir com o fenômeno virtual das redes sociais, marco do limite tênue da transição organizacional para os novos modelos de negócios.

Isso é pura inovação. As redes sociais corporativas trabalham na fronteira dos paradigmas mercadológicos. Mais do que entender e satisfazer as necessidades dos clientes, o fenômeno das redes sociais exige que os clientes criem valor, sejam seguidores e sintam-se pertencentes ao sucesso do negócio. A pergunta chave é: como fazer isso?

Pois é justamente estes pontos que estão mobilizando gestores e CEOs no mundo corporativo. No Brasil, o “case” de sucesso de construção de rede social corporativa está sob a égide do Banco do Brasil, que já pode ser considerado um ícone. Outras organizações de grande porte estão iniciando a jornada de superação dos próprios limites para internalizar a inovação neste campo.

As empresas de comunicação tradicionais são detentoras de algumas vantagens competitivas essenciais para tornarem-se modelos de irradiação dos conceitos multimídias e novos modelos de negócios. Mas para que isso aconteça terão que superar as amarras burocráticas do organograma funcional e internalizar o conceito conhecido como “netweving”. Esta palavra é cognata do netweaver, que traduzida ao pé da letra, significa tecelões. Mas este conceito amplia o significado nos novos ambientes corporativos. Estamos falando dos construtores de relações.

A partir do momento que este princípio seja assimilado é fundamentar promover o mapeamento estratégico das redes sociais das marcas das empresas de comunicação. O entendimento dos valores de cooperação, interatividade e sentimento de pertencença darão o norte para construir a nova visão dos negócios. Estamos falando de tendências. E até mesmo de sobrevivência. As redes Sociais corporativas decisivamente estão na fronteira estratégica dos novos modelos de negócios. Neste campo, o planejamento digital surge como uma nova atividade profissional que interliga tecnologia da informação, comunicação integrada, inovação e gestão de marcas.

Josué de Menezes
Planejamento Digital

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)

Sinfonia: Ser do bem vale a pena

“Se tudo correr conforme o previsto, o consórcio vencedor da concorrência para implantar o Trem de Alta Velocidade (TAV) que ligará Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro será conhecido em setembro.”

O que esta nota tem a ver com o bem? Muita coisa…

A dimensão do  TAV revela um divisor de águas para o desenvolvimento nacional, com especial impacto na Região Metropolitana de Campinas – RMC. O Superintendente da Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT), Hélio Mauro França, revelou que o custo total da implantação do TAV é de R$ 36,4 bilhões.

As informações foram prestadas na noite desta quarta-feira, dia 7 de abril, num evento promovido pela Habicamp em parceria com o Centro de Negócios e Informações de Campinas, CENIC – Trade Point, parceira do Empreendedorismo do Bem, na Caixa Econômica.

Sinfonia em sintonia

E lá estava a empresa Sinfonia, representada pelo seu fundador, Romério Lima. De alto e bom tom, foi revelado o posicionamento estratégico central da organização: construir um mundo melhor. Este alinhamento está no cerne desta empresa que projeta saltar o faturamento de R$ 7,5 milhões, em 2009 para a cifra dos R$ 15 milhões em 2010.

Estamos falando de uma empresa especializada em cabeamento estruturado que vende projetos ligados à sustentabilidade, implementando soluções de eficiência energética, monitoramento de recursos hídricos, gestão de resíduos orgânicos e inorgânicos, aplicação do uso de energia solar, reciclagem de óleo, condensação desses resíduos, contando com parcerias com demais empresas para a reciclagem.

Sustentabilidade Humana na prática

Segundo Lima, “acredito nos valores das pessoas do time de colaboradores. Nosso foco é TI verde”. A empresa é integradora especializada em aplicação de tecnologia de automação em convergência em TI. Com este novo posicionamento, o executivo marca presença com a expertise de integração tecnológica para as soluções a serem implementadas no Trem de Alta Velocidade.

Agora imaginem o que tudo isso pode gerar de demandas para os profissionais de TI? Com certeza a sustentabilidade é o fiel da balança em todos os processos de desenvolvimento. O ambiente de negócios no eixo Campinas, São Paulo e Rio de Janeiro é fértil. E a rede social Empreendedorismo do Bem está inserida neste contexto como facilitadora do intercâmbio entre gente compromissada com em construir um mundo melhor.

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
11 de abril de 2010 por josue
Escrito em Atitude, Sem categoria, Tendências | Nenhum comentário »

Profissões do futuro

Cinema de Animação

A produtora 3 DNA Indústria de Cinema de Animação vislumbra o Pólo de Cinema de Paulínia como aliado para potencializar as alianças com marcas globais. A formação de mão de obra para o setor é prioritária.

Cinema de Animação 2

As possibilidades de desdobramentos da indústria de cinema de animação permitem estabelecer redes de negócios com criação de cenografia, sonoplastia, comercialização, distribuição, direitos autorais, etc.

Novos Ambientes de Negócios e Fomento

Mapear e entender como os setores da economia se articulam em rede é a base para potencializar investimentos de risco. É essencial identificar a geração dos novos ambientes de negócios e vetores de desenvolvimento.

Profissões do mundo em rede

Dentro do grupo de profissões dos novos ambientes de negócios estão os coordenadores de projetos, gerentes de terceirização, programadores visuais multimídia, engenheiros de rede e administradores de comunidades virtuais.

Vale do Silício em Campinas

O blog mercados do futuro www.mercadosdofuturo.com.br estará repercutindo a experiência da rede social do Vale do Silício, na Califórnia, traçando paralelo com o Pólo Tecnológico de Campinas.

Vale do Silício em Campinas I

A rede social do Vale do Silício é modelo no fomento do empreendedorismo. O entrelaçamento dos pólos industriais, comerciais e serviço serão mapeados para motivar o intercâmbio de investidores e profissionais.

Mercados do Futuro II

As redes institucionais são facilitadoras para a difusão da cultura da inovação e do empreendedorismo. A parceria entre o Ciesp Campinas e Inova, por exemplo, estabelece nova centralidade de inteligência de negócios.

A onda das Cidades Verdes I

A prestigiada revista Seleções do Reader’s Digest divulgou uma lista das 72 metrópoles consideradas Verdes em todo o mundo. Curitiba é a única cidade brasileira contemplada na 54º posição. Perseguir este título fará total diferença.

A onda das Cidades Verdes II

Os parâmetros de análise levam em consideração qualidade do ar, água, biodiversidade, emissão de gases do efeito estufa, além de critérios sociais como produto interno bruto, educação, desemprego e expectativa de vida.

Tecnologias Ambientais

A linha editorial da revista Inove Ambiental demonstra vocação para fomentar o intercâmbio de tecnologias ambientais urbanas, tendência que ganha for

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
10 de abril de 2010 por josue
Escrito em ?Novos Modelos de Negócios, Inovação, Planejamento de Carreira, Profissões do Futuro, Tendências | Comentários desativados

Novos Modelos de Negócios

Um dos grandes gargalos do desenvolvimento econômico brasileiro tem nome: qualificação profissional. Os cursos de nível técnico prometem crescimento exponencial para os próximos anos. A linha direta entre as escolas técnicas e as indústrias e os arranjos produtivos permitirá o desenvolvimento de novas grades curriculares para atender demandas específicas.

A ampliação do aeroporto internacional de Viracopos também é uma forte indutora para movimentar o setor educacional técnico.

Vale lembrar que a vocação logística de Campinas está em sintonia direta com os dois maiores eventos mundiais: Copa do Mundo e Olimpíadas, responsáveis por impulsionar investimentos globais.

Mas existem segmentos que ainda são pouco difundidos. A Indústria de Cinema de Animação é um exemplo. A proposta de elevar a animação nacional à categoria internacional não é utopia. O maior obstáculo é cultural. A organização do arranjo produtivo da indústria de cinema de animação é um desafio.

À medida que os setores financeiros e órgãos de fomento debruçarem nas potencialidades deste segmento de cifras bilionárias, o cenário tende a mudar. A indústria da animação está diretamente associada ao desenvolvimento de softwares, ou aplicativos da nova web, além de todos os agregados no marketing, merchandising de produtos e marcas. E tudo isso pode ser construído com uma única competência: capacidade de tecer parcerias. Isto significa que o momento é dos novos modelos de negócios e alianças estratégicas em rede.

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
08 de abril de 2010 por josue
Escrito em Empreendedorismo, Inovação | Nenhum comentário »

Fortalecimento do jornalista: meta prioritária da Fenai-Faibra

O fortalecimento das Associações de Imprensa em rede é estratégia central de programa de valorização profissional

O impacto das novas tecnologias da informação foi um dos temas em destaque que permeou a maioria das palestras do 9º Ciclo de Conferências da Imprensa Brasileira e 14º Encontro Nacional de Associações de Imprensa – ENAI, realizados concomitantemente em Poços de Caldas, nos dias 26 e 27 de março. Ficou evidenciado que é necessário articular ações de qualificação continuada, tanto dos jornalistas quanto das empresas jornalísticas.

Só assim será possível promover atualizações qualificadas a respeito dos novos ambientes multimídias e seus desdobramentos em toda a cadeia produtiva da industria da informação. A busca de mecanismos para promover a viabilização das publicações impressas, a qualidade da informação e conseqüente, a valorização do papel dos jornalistas, são desafios que a Federação Nacional da Imprensa – FENAI deve pontuar como metas prioritárias.

A valorização e fortalecimento das Associações de Imprensa espalhadas no Brasil é um dos pontos estratégicos para garantir um trabalho integrado, ativando toda rede das Associações em torno da capacitação, empreendedorismo e inovação. Ficou evidente que uma das metas que a RENAI terá que apresentar como resultado do 14º ENAI é a formação de um grupo de trabalho para desenhar um programa de integração multimídia das Associações de Imprensa – PRIMAI, nome que já foi proposto.

O objetivo é justamente repercutir experiências bem sucedidas, a exemplo da Associação de Imprensa da Barra – AIB, que encontrou um modelo de valorização profissional e fortalecimento da atividade jornalística. Além de compartilhar o modelo, o PRIMAI visa irradiar produtos, cursos e projetos em rede, visando o fortalecimento das Associações de Imprensa”, destaca Josué de Menezes, um dos coordenadores do grupo de trabalho, vice presidente da Associação Campineira de Imprensa – ACI.

É concenso que o momento é propício paraapresentar soluções ágeis e dinâmicas, demonstrando a força do jornalismo de qualidade. Umas das competências mais valorizadas no mundo multimídia é a capacidade de síntese, valor que está no DNA dos jornalistas.

O desafio é grande mas, à medida que o foco do projeto esteja bem definido, a rede já está pronta para valorizar a profissão do jornalista como uma das atividades alinhadas com as tendências do mundo multimídia.

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
29 de março de 2010 por josue
Escrito em Atitude, Empreendedorismo, Inovação, Planejamento de Carreira | Nenhum comentário »

Empregos Verdes em Alta

Coluna publicada no jornal Capital     dia 24.03.2010
por: Josué de Menezes

Os sinais são claros. A Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência multilateral ligada à ONU, firma posicionamento de incentivo às políticas ambientais como o centro de geração dos postos de trabalho do futuro. Isto significa que a agência estará internalizando as atividades profissionais ambientalmente sustentáveis como as maiores aliadas no direcionamento de recursos de políticas públicas. Este é um marco. A criação dos chamados “empregos verdes” passa a ser a bola da vez. A abordagem é lógica e matemática.

O principal conselheiro da OIT, Peter Poschen, esclarece que os investimentos governamentais em infra-estrutura devem ser direcionados após análises mais precisas, levando-se em consideração, os desperdício dos recursos energéticos.

Nesta linha, a proposta da coluna Mercados do Futuro é justamente buscar sintonia direta com as tendências e cenários, repercutindo iniciativas ligadas à inovação, sustentabilidade, consumo consciente e demais temas que vão ditar os rumos do futuro. Os novos modelos de negócios que ditam o ritmo da vida empresarial também estarão na pauta. O segredo é tecer as inter-relações e conexões para indicar novos caminhos. As interfaces entre os três setores: governo, iniciativa privada e organizações não governamentais merecem análises pontuais e profundas para clarear a visão dos tais mercados do futuro. Considerando que as novas tecnologias da nova web vão permear todos os ramos de atividade do futuro, este assunto também estará presente como elemento chave.

Empregos verdes 1

A geração dos “empregos verdes” é uma realidade no Brasil. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é um exemplo nesta linha tendo o Banco do Brasil como gestor dos recursos do BNDES.

Empregos verdes 2

Peter Poschen, conselheiro para desenvolvimento sustentável e mudança climática da Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que no Brasil já existam cerca de 1 milhão de empregos verdes.

Empregos verdes 3

O Relatório elaborado pela OIT intitulado “Empregos Verdes: Trabalho decente em um mundo sustentável e com baixas emissões de carbono” confirma o combate mundial contra o aquecimento global como base dos investimentos.

Empregos verdes 4

Reciclagem e biocombustível estão presentes no estudo, porém, é necessário avançar em “empregos verdes” com foco na economia de energia em ramos como construção civil. O desafio é reduzir custo da cadeia produtiva.

Agrofloresta 1
O Instituto Pólis insere a agrofloresta como solução viável para fixar o trabalhador no campo. As hidrelétricas geram empregos quando são construídas. E a cana-de-açúcar está sendo mecanizada. Chegou a vez da agrofloresta.

Agrofloresta 2
Justamente por integrar agricultura, floresta e ser humano, num sistema que respeita a dinâmica de sucessão natural das espécies, esta técnica está alinhada com todas as tendências energéticas do “emprego verde”.

CarboNo 1
O programa CarboNo é uma iniciativa empreendedora em sintonia com a tendência dos empregos verdes. A proposta transfere recursos para projetos de manejo florestal em Reservas Legais e Áreas de Proteção Permanente.

CaroboNo 2
Trata-se de uma ferramenta que rastreia todo o processo de neutrolização de carbono voluntário. Trata-se de um software de gestão ambiental independente. Confira: www.programacarbono.com.br .

Empreendedorismo do Bem 1
O projeto Mercados do Futuro (www.mercadosdofuturo.com.br ) está incubado na rede social “Empreendedorismo do Bem” (www.empreendedorismodobem.com.br ). A proposta é ativar a rede social do bem com projetos sócio-ambientais.

Empreendedorismo do Bem 2
Engano pensar que essa história de ser do bem é conversa de adolescente idealista. Esse movimento tem reflexo direto nas bolsas de valores. O lema da relação com os investidores da Google, por exemplo, não deixa dúvida.

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
23 de março de 2010 por josue
Escrito em Empreendedorismo, Planejamento de Carreira, Tendências | 1 comentário »

A dimensão do amor nas empresas

8 de Março de 200

por flavio gut

Vale a pena ler a entrevista que o jornalisata Flávio Gut fez com Eunice Brito


Falar de sustentabilidade é falar de amor nas organizações

Todos nós já experimentamos as virtudes que o sentimento de amor nos inspira. Pela pessoa amada, seja ela um filho, uma esposa ou namorada, nos dedicamos, abdicamos de nossa vaidade e soberba. Mas será que esse sentimento, claro de que outras maneiras, não nos pode beneficiar em outras espécies de relações, com nossos vizinhos ou colegas de trabalho, por exemplo?

É preciso falar da dimensão do amor nas empresas. Falar de amor nas organizações é falar de sustentabilidade socioambiental e relacional. Esse é o pensamento da psicóloga e consultora de empresas, Eunice Fernandes de Oliveira Hilsdorf Brito, diretora-fundadora da Semilla Consultoria e Desenvolvimento de Recursos Humanos, que tem longa experiência no atendimento de empresas familiares, planejando a sucessão e a profissionalização.

Nesta entrevista, Eunice Brito mostra que, em primeiro lugar, é preciso pensar na sustentabilidade pessoal e social e a partir daí ampliar para o macro. Sustentabilidade e diversidade nas relações é o que pode ampliar a consciência do homem para o meio ambiente na sua forma mais ampla possível.

leia mais

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
12 de março de 2010 por josue
Escrito em Clipping | Nenhum comentário »

Elite prefere o lucro ao meio ambiente, diz José Afonso da Silva

Reportagem publicada no Observatório Eco

A elite não está muito preocupada com o meio ambiente. Está mais preocupada com os seus lucros. A avaliação é do jurista, José Afonso da Silva, renomado constitucionalista e ambientalista, um dos pioneiros no estudo do direito ambiental no Brasil.

http://www.observatorioeco.com.br/index.php/elite-prefere-o-lucro-ao-meio-ambiente-diz-jose-afonso-da-silva/

dica de Andréa Struchel

BLOG: http://www.andreastruchel.blogspot.com/

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
09 de março de 2010 por josue
Escrito em Atitude, Clipping | Nenhum comentário »

A nova onda empresarial: ser do bem vale a pena

Existe um movimento silencioso no mundo empresarial. Algumas redes sociais ligadas aos valores do empreendedorismo estão comprometidas em moldar o futuro e repercutir os impactos sociais das novas tecnologias.

A proposta é reunir empresários, pesquisadores, universitários, organizações não governamentais, setores governamentais e empresas em torno de construir um mundo melhor. Repercutir soluções criativas, sustentáveis e inovadoras é um lema das redes sociais do bem.

A proposta é simples e direta: motivar o intercambio e a troca de idéias, tendências, desafios e oportunidades. Para citar um exemplo, a TopTech (www.toptech.org) é uma rede com foco na inovação que reúne comunidade global de líderes e empreendedores que tem como missão acelerar o impacto positivo de pessoas, projetos e idéias comprometidas em mudar o mundo para melhor.

Eco nas bolsas e na valorização de novos negócios e oportunidades

Engano pensar que essa história de ser do bem é conversa de adolescente idealista. Esse movimento tem reflexo direto nas bolsas de valores. O lema da relação com os investidores da Google, por exemplo, não deixa dúvida: “Não seja mau”. O compromisso é “fazer a coisa certa, da forma mais geral: seguir a lei, agindo com honra e tratar uns aos outros com respeito”. Confira o código de conduta da Google que estende estes princípios a todos os Googlers: http://investor.google.com/conduct.html

A experiência da rede social do Vale do Silício, comprometida em fazer acontecer negócios da nova economia, também deve ser repercutida como exemplo na formação da cultura empresarial da Nova Web.

No Brasil, a rede social intitulada Empreendedorismo do Bem (www.empreendedorismodobem.com.br), iniciativa de um grupo de amigos de Campinas, dá eco a este movimento que tem como ponto central a construção de um futuro próspero. Chegou a vez dos líderes emergentes trocarem idéias.

A inovação deve ser valorizada com toda energia. Os agentes de mudanças na ciência e das novas tecnologias devem ser valorizados. Sustentabilidade humana ganha força com os empreendedores sociais. O projeto da rede social empreendedorismo do bem ganha vida à medida que estes perfis de pessoas estiverem conectadas fazendo ecoar valores do bem.

Alianças estratégicas

Com esta visão, o Centro de Negócios e Informação de Campinas – CENIC Trade Point (www.cenicviracopos.org.br ), iniciativa de fomento econômico que reúne organizações de peso no Pólo Tecnológico de Campinas,  firma parceria estratégica com a Rede Social Empreendedorismo do Bem. O intercâmbio com as redes sociais mundiais que já estão dando certo é uma ação que está nos planos do projeto. Alguns modelos de redes sociais estão sendo estudadas: www.feastongood.com , www.grasshopper.com , www.ideavillage.org , www.treehugger.com , http://www.ted.com , http://www.tedxsaopaulo.com.br . Os projetos de eventos, encontros e intercâmbios já estão na pauta para ampliar o leque da corrente do bem nos negócios sustentáveis.

Digg This
Reddit This
Stumble Now!
Buzz This
Vote on DZone
Share on Facebook
Bookmark this on Delicious
Kick It on DotNetKicks.com
Shout it
Share on LinkedIn
Bookmark this on Technorati
Post on Twitter
Google Buzz (aka. Google Reader)
02 de março de 2010 por josue
Escrito em ?Novos Modelos de Negócios, Atitude, Empreendedorismo, Inovação | 1 comentário »