Mercados do Futuro

Josué de Menezes

Redes Sociais Corporativas na fronteira estratégica dos negócios do futuro

Frente aos fenômenos da convergência tecnológica e interatividade multimídia existe uma pergunta que necessita ser respondida com precisão cirúrgica: como adaptar o modelo de negócio da empresa para as redes sociais?

Esta pergunta contém em si nuances e conceitos capciosos. Primeiramente, reconhece que as redes sociais é um fenômeno a ser considerado em nível estratégico. Segundo ponto importe é perceber que a pergunta é precisa ao reconhecer que é necessário adaptar o modelo de negócio.

Isso implica em mexer com valores e conceitos de gestão, sem, no entanto, perder de vista o cerne da empresa. E o terceiro ponto crucial é a busca do como. Essa é a chave para interagir com o fenômeno virtual das redes sociais, marco do limite tênue da transição organizacional para os novos modelos de negócios.

Isso é pura inovação. As redes sociais corporativas trabalham na fronteira dos paradigmas mercadológicos. Mais do que entender e satisfazer as necessidades dos clientes, o fenômeno das redes sociais exige que os clientes criem valor, sejam seguidores e sintam-se pertencentes ao sucesso do negócio. A pergunta chave é: como fazer isso?

Pois é justamente estes pontos que estão mobilizando gestores e CEOs no mundo corporativo. No Brasil, o “case” de sucesso de construção de rede social corporativa está sob a égide do Banco do Brasil, que já pode ser considerado um ícone. Outras organizações de grande porte estão iniciando a jornada de superação dos próprios limites para internalizar a inovação neste campo.

As empresas de comunicação tradicionais são detentoras de algumas vantagens competitivas essenciais para tornarem-se modelos de irradiação dos conceitos multimídias e novos modelos de negócios. Mas para que isso aconteça terão que superar as amarras burocráticas do organograma funcional e internalizar o conceito conhecido como “netweving”. Esta palavra é cognata do netweaver, que traduzida ao pé da letra, significa tecelões. Mas este conceito amplia o significado nos novos ambientes corporativos. Estamos falando dos construtores de relações.

A partir do momento que este princípio seja assimilado é fundamentar promover o mapeamento estratégico das redes sociais das marcas das empresas de comunicação. O entendimento dos valores de cooperação, interatividade e sentimento de pertencença darão o norte para construir a nova visão dos negócios. Estamos falando de tendências. E até mesmo de sobrevivência. As redes Sociais corporativas decisivamente estão na fronteira estratégica dos novos modelos de negócios. Neste campo, o planejamento digital surge como uma nova atividade profissional que interliga tecnologia da informação, comunicação integrada, inovação e gestão de marcas.

Josué de Menezes
Planejamento Digital

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Novos Modelos de Negócios

Um dos grandes gargalos do desenvolvimento econômico brasileiro tem nome: qualificação profissional. Os cursos de nível técnico prometem crescimento exponencial para os próximos anos. A linha direta entre as escolas técnicas e as indústrias e os arranjos produtivos permitirá o desenvolvimento de novas grades curriculares para atender demandas específicas.

A ampliação do aeroporto internacional de Viracopos também é uma forte indutora para movimentar o setor educacional técnico.

Vale lembrar que a vocação logística de Campinas está em sintonia direta com os dois maiores eventos mundiais: Copa do Mundo e Olimpíadas, responsáveis por impulsionar investimentos globais.

Mas existem segmentos que ainda são pouco difundidos. A Indústria de Cinema de Animação é um exemplo. A proposta de elevar a animação nacional à categoria internacional não é utopia. O maior obstáculo é cultural. A organização do arranjo produtivo da indústria de cinema de animação é um desafio.

À medida que os setores financeiros e órgãos de fomento debruçarem nas potencialidades deste segmento de cifras bilionárias, o cenário tende a mudar. A indústria da animação está diretamente associada ao desenvolvimento de softwares, ou aplicativos da nova web, além de todos os agregados no marketing, merchandising de produtos e marcas. E tudo isso pode ser construído com uma única competência: capacidade de tecer parcerias. Isto significa que o momento é dos novos modelos de negócios e alianças estratégicas em rede.

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08 de abril de 2010 por josue
Escrito em Empreendedorismo, Inovação | Nenhum comentário »

Fortalecimento do jornalista: meta prioritária da Fenai-Faibra

O fortalecimento das Associações de Imprensa em rede é estratégia central de programa de valorização profissional

O impacto das novas tecnologias da informação foi um dos temas em destaque que permeou a maioria das palestras do 9º Ciclo de Conferências da Imprensa Brasileira e 14º Encontro Nacional de Associações de Imprensa – ENAI, realizados concomitantemente em Poços de Caldas, nos dias 26 e 27 de março. Ficou evidenciado que é necessário articular ações de qualificação continuada, tanto dos jornalistas quanto das empresas jornalísticas.

Só assim será possível promover atualizações qualificadas a respeito dos novos ambientes multimídias e seus desdobramentos em toda a cadeia produtiva da industria da informação. A busca de mecanismos para promover a viabilização das publicações impressas, a qualidade da informação e conseqüente, a valorização do papel dos jornalistas, são desafios que a Federação Nacional da Imprensa – FENAI deve pontuar como metas prioritárias.

A valorização e fortalecimento das Associações de Imprensa espalhadas no Brasil é um dos pontos estratégicos para garantir um trabalho integrado, ativando toda rede das Associações em torno da capacitação, empreendedorismo e inovação. Ficou evidente que uma das metas que a RENAI terá que apresentar como resultado do 14º ENAI é a formação de um grupo de trabalho para desenhar um programa de integração multimídia das Associações de Imprensa – PRIMAI, nome que já foi proposto.

O objetivo é justamente repercutir experiências bem sucedidas, a exemplo da Associação de Imprensa da Barra – AIB, que encontrou um modelo de valorização profissional e fortalecimento da atividade jornalística. Além de compartilhar o modelo, o PRIMAI visa irradiar produtos, cursos e projetos em rede, visando o fortalecimento das Associações de Imprensa”, destaca Josué de Menezes, um dos coordenadores do grupo de trabalho, vice presidente da Associação Campineira de Imprensa – ACI.

É concenso que o momento é propício paraapresentar soluções ágeis e dinâmicas, demonstrando a força do jornalismo de qualidade. Umas das competências mais valorizadas no mundo multimídia é a capacidade de síntese, valor que está no DNA dos jornalistas.

O desafio é grande mas, à medida que o foco do projeto esteja bem definido, a rede já está pronta para valorizar a profissão do jornalista como uma das atividades alinhadas com as tendências do mundo multimídia.

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29 de março de 2010 por josue
Escrito em Atitude, Empreendedorismo, Inovação, Planejamento de Carreira | Nenhum comentário »

Empregos Verdes em Alta

Coluna publicada no jornal Capital     dia 24.03.2010
por: Josué de Menezes

Os sinais são claros. A Organização Internacional do Trabalho (OIT), agência multilateral ligada à ONU, firma posicionamento de incentivo às políticas ambientais como o centro de geração dos postos de trabalho do futuro. Isto significa que a agência estará internalizando as atividades profissionais ambientalmente sustentáveis como as maiores aliadas no direcionamento de recursos de políticas públicas. Este é um marco. A criação dos chamados “empregos verdes” passa a ser a bola da vez. A abordagem é lógica e matemática.

O principal conselheiro da OIT, Peter Poschen, esclarece que os investimentos governamentais em infra-estrutura devem ser direcionados após análises mais precisas, levando-se em consideração, os desperdício dos recursos energéticos.

Nesta linha, a proposta da coluna Mercados do Futuro é justamente buscar sintonia direta com as tendências e cenários, repercutindo iniciativas ligadas à inovação, sustentabilidade, consumo consciente e demais temas que vão ditar os rumos do futuro. Os novos modelos de negócios que ditam o ritmo da vida empresarial também estarão na pauta. O segredo é tecer as inter-relações e conexões para indicar novos caminhos. As interfaces entre os três setores: governo, iniciativa privada e organizações não governamentais merecem análises pontuais e profundas para clarear a visão dos tais mercados do futuro. Considerando que as novas tecnologias da nova web vão permear todos os ramos de atividade do futuro, este assunto também estará presente como elemento chave.

Empregos verdes 1

A geração dos “empregos verdes” é uma realidade no Brasil. O Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf) é um exemplo nesta linha tendo o Banco do Brasil como gestor dos recursos do BNDES.

Empregos verdes 2

Peter Poschen, conselheiro para desenvolvimento sustentável e mudança climática da Organização Internacional do Trabalho (OIT) estima que no Brasil já existam cerca de 1 milhão de empregos verdes.

Empregos verdes 3

O Relatório elaborado pela OIT intitulado “Empregos Verdes: Trabalho decente em um mundo sustentável e com baixas emissões de carbono” confirma o combate mundial contra o aquecimento global como base dos investimentos.

Empregos verdes 4

Reciclagem e biocombustível estão presentes no estudo, porém, é necessário avançar em “empregos verdes” com foco na economia de energia em ramos como construção civil. O desafio é reduzir custo da cadeia produtiva.

Agrofloresta 1
O Instituto Pólis insere a agrofloresta como solução viável para fixar o trabalhador no campo. As hidrelétricas geram empregos quando são construídas. E a cana-de-açúcar está sendo mecanizada. Chegou a vez da agrofloresta.

Agrofloresta 2
Justamente por integrar agricultura, floresta e ser humano, num sistema que respeita a dinâmica de sucessão natural das espécies, esta técnica está alinhada com todas as tendências energéticas do “emprego verde”.

CarboNo 1
O programa CarboNo é uma iniciativa empreendedora em sintonia com a tendência dos empregos verdes. A proposta transfere recursos para projetos de manejo florestal em Reservas Legais e Áreas de Proteção Permanente.

CaroboNo 2
Trata-se de uma ferramenta que rastreia todo o processo de neutrolização de carbono voluntário. Trata-se de um software de gestão ambiental independente. Confira: www.programacarbono.com.br .

Empreendedorismo do Bem 1
O projeto Mercados do Futuro (www.mercadosdofuturo.com.br ) está incubado na rede social “Empreendedorismo do Bem” (www.empreendedorismodobem.com.br ). A proposta é ativar a rede social do bem com projetos sócio-ambientais.

Empreendedorismo do Bem 2
Engano pensar que essa história de ser do bem é conversa de adolescente idealista. Esse movimento tem reflexo direto nas bolsas de valores. O lema da relação com os investidores da Google, por exemplo, não deixa dúvida.

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23 de março de 2010 por josue
Escrito em Empreendedorismo, Planejamento de Carreira, Tendências | 1 comentário »

A nova onda empresarial: ser do bem vale a pena

Existe um movimento silencioso no mundo empresarial. Algumas redes sociais ligadas aos valores do empreendedorismo estão comprometidas em moldar o futuro e repercutir os impactos sociais das novas tecnologias.

A proposta é reunir empresários, pesquisadores, universitários, organizações não governamentais, setores governamentais e empresas em torno de construir um mundo melhor. Repercutir soluções criativas, sustentáveis e inovadoras é um lema das redes sociais do bem.

A proposta é simples e direta: motivar o intercambio e a troca de idéias, tendências, desafios e oportunidades. Para citar um exemplo, a TopTech (www.toptech.org) é uma rede com foco na inovação que reúne comunidade global de líderes e empreendedores que tem como missão acelerar o impacto positivo de pessoas, projetos e idéias comprometidas em mudar o mundo para melhor.

Eco nas bolsas e na valorização de novos negócios e oportunidades

Engano pensar que essa história de ser do bem é conversa de adolescente idealista. Esse movimento tem reflexo direto nas bolsas de valores. O lema da relação com os investidores da Google, por exemplo, não deixa dúvida: “Não seja mau”. O compromisso é “fazer a coisa certa, da forma mais geral: seguir a lei, agindo com honra e tratar uns aos outros com respeito”. Confira o código de conduta da Google que estende estes princípios a todos os Googlers: http://investor.google.com/conduct.html

A experiência da rede social do Vale do Silício, comprometida em fazer acontecer negócios da nova economia, também deve ser repercutida como exemplo na formação da cultura empresarial da Nova Web.

No Brasil, a rede social intitulada Empreendedorismo do Bem (www.empreendedorismodobem.com.br), iniciativa de um grupo de amigos de Campinas, dá eco a este movimento que tem como ponto central a construção de um futuro próspero. Chegou a vez dos líderes emergentes trocarem idéias.

A inovação deve ser valorizada com toda energia. Os agentes de mudanças na ciência e das novas tecnologias devem ser valorizados. Sustentabilidade humana ganha força com os empreendedores sociais. O projeto da rede social empreendedorismo do bem ganha vida à medida que estes perfis de pessoas estiverem conectadas fazendo ecoar valores do bem.

Alianças estratégicas

Com esta visão, o Centro de Negócios e Informação de Campinas – CENIC Trade Point (www.cenicviracopos.org.br ), iniciativa de fomento econômico que reúne organizações de peso no Pólo Tecnológico de Campinas,  firma parceria estratégica com a Rede Social Empreendedorismo do Bem. O intercâmbio com as redes sociais mundiais que já estão dando certo é uma ação que está nos planos do projeto. Alguns modelos de redes sociais estão sendo estudadas: www.feastongood.com , www.grasshopper.com , www.ideavillage.org , www.treehugger.com , http://www.ted.com , http://www.tedxsaopaulo.com.br . Os projetos de eventos, encontros e intercâmbios já estão na pauta para ampliar o leque da corrente do bem nos negócios sustentáveis.

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02 de março de 2010 por josue
Escrito em ?Novos Modelos de Negócios, Atitude, Empreendedorismo, Inovação | 1 comentário »

A busca o ser integral: essência do profissional do futuro

Sem dúvida que um dos maiores desafios do mundo profissional é encontrar o posicionamento adequado para que as habilidades e competências pessoais possam ser potencializadas de forma sinérgica com os valores da criatividade e inovação.

O rigor com o desenvolvimento das habilidades técnicas profissionais é fator essencial. No entanto, as qualificações técnicas não bastam no mundo dos negócios. Vivemos no mundo multimídia. O dilema é manter-se atualizado tecnicamente com o estado da arte da área de atuação e, ao mesmo tempo, estar conectado com as tendências e cenários de forma dinâmica e colaborativa.

O compartilhamento de idéias, valores com as redes sociais é apenas um dos elementos estratégicos do processo de desenvolvimento pessoal e profissional. A busca do ser integral é a essência do profissional do futuro.

Com esta leitura o projeto “Empreendedorismo do Bem” é uma ferramenta que pode ser aliada ao posicionamento estratégico de busca do ser integral. A essência do empreendedorismo é a inspiração, o estado de espírito inovador, a motivação em fazer a diferença. O que impulsiona as pessoas a empreender é o acreditar nas vocações e crenças pessoais.

Neste sentido é possível valer-se de um blog da rede social para estruturar um plano de gestão de carreira, tendo o valor do bem como elemento de convergência.

Essa proposta nos liga a níveis de aprofundamento reflexivo, proporcionando o amadurecimento junto a valores da sustentabilidade, gestão da inovação, tecnologias sociais, tecnologias sustentáveis, responsabilidade social, dentre outros temas emergentes do mundo contemporâneo. A busca de afinidade com pessoas que encontram no empreendedorismo uma filosofia de vida pode potencializar o encontro com novas oportunidades de abrangência integral.
Para os profissionais que já estão colocados no mercado de trabalho, a iniciativa da rede social é bem vinda para manter dinamizado o network como ferramenta de busca de informações qualificadas. Para os empreendedores que buscam o lugar ao sol, este ambiente é fértil para buscar soluções criativas. O projeto “Banco de Favores” é o epicentro da vivência colaborativa tendo o bem como identidade máxima. Fazer parte da tribo do bem faz toda a diferença…

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09 de janeiro de 2010 por josue
Escrito em Empreendedorismo, Inovação, Planejamento de Carreira | Nenhum comentário »

A vez do Empreendedorismo do Bem

A cultura da Nova Web nasce para impulsionar a vivência das comunidades em torno de valores e idéias. A força da interatividade proporcionada pela tecnologia digital abre um campo infinito para novas aplicações web, tendo como uma das maiores aliadas a conectividade entre TV, internet, celular e games. Estamos falando de uma grande revolução que está preste a ser vivenciada e entrar na história da humanidade. Pode escrever…

O fundamental é saber que a cultura das redes e mídias sociais é colaborativa e tem a sua força na afinidade de idéias. Sim, a palavra chave é colaboração, dando vida ao compartilhamento horizontal. Abaixo o modelo de gestão piramidal.

Vale destacar que cada rede social pode ser estruturada para atender demandas de relacionamentos específicos em níveis geográficos, em escala local, regional e mundial, ou em nível de segmento de interesse corporativo, cultural ou classista.

É justamente neste terreno de grande fertilidade que nasce a Rede Social intitulada Empreendedorismo do Bem. O eixo central da proposta está lastreado em três princípios essenciais: inovação, empreendedorismo e novas oportunidades.

O valor “do bem”, expressa outra tendência mundial das empresas com DNA da Nova Web. O ícone desta geração de empresas é a Google. A moçada da geração Y que está entendendo este fenômeno e inicia a sua rota no mercado de trabalho para fazer a diferença tem afinidade com valores éticos.

Sim, o recado é simples e direto: incentivar o bem, irradiar valores de sustentabilidade humana, responsabilidade social, consumo consciente e princípios que promovam o bem comum em detrimento do individualismo que exalta o lucro a qualquer preço.

Assim surge o empreendedorismo do bem. A iniciativa é de um grupo de amigos com perfis complementares, aliando tecnologia e gestão do conhecimento. A visão empresarial está presente com a proposta de criar ambientes de oportunidades aos moldes do Vale do Silício.

Quando falamos ambientes, nos referimos a temas de interesse na formação de fóruns. Com esta iniciativa todos que tiverem afinidade com os valores do empreendedorismo, onde o risco é inerente, estarão encontrando eco nesta iniciativa.

Existe também a visão de disseminar valores humanitários, respaldados pelos princípios da sustentabilidade. Os serviços relacionados às iniciativas de troca e compartilhamento também estão presentes.

O pré-lançamento da Rede Social Empreendedorismo do Bem foi durante a semana global do empreendedorismo, na Unicamp. As instituições estão convidadas a participar para repercutirem suas visões institucionais de forma clara para toda a comunidade da rede.

A dimensão do projeto contempla parâmetros locais, regionais e nacionais. Campinas, por sua expressão nacional é um bom lugar para plantar esta semente. A Rede Social Empreendedorismo do Bem já nasce forte. Tece referências locais, repercute iniciativas empreendedoras e mapeia oportunidades.

Também potencializa iniciativas isoladas, de blogs que tem o empreendedorismo como ponto de convergência. E tudo isso ganha vida tendo como lema a busca pela qualidade de conteúdos comprometidos com os valores do empreendedorismo. Basta teclar: www.empreendedorismodobem.com.br e entrar na rede.

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16 de dezembro de 2009 por josue
Escrito em ?Novos Modelos de Negócios, Empreendedorismo, Inovação | Nenhum comentário »